sexta-feira, 24 de junho de 2016
Boletim Semanal 15/06/2016
A crise das comparações - Salmo 73
Por que o ímpio prospera e o por que o justo é castigado? Por que as pessoas que fazem o mal não recebem imediatamente o castigo de Deus e aqueles que fazem o bem, a recompensa merecida? Por que pessoas boas recebem o mal e pessoas más recebem o bem? Por que homens como cheios do Espírito como João Batista são presos e degolados e reis como Herodes estão no trono? Por que pessoas que não se privam do fazer o bem e estão tão bem? Por que pessoas que se provam de fazer o mal estão tão mal? Vamos ver Jó 21:-1 na versão A MENSAGEM.
Asafe relata de como ele quase caiu. Um homem justo, sincero e temente a Deus quase perde a fé e quase quebra seu relacionamento com Deus como que numa catástrofe espiritual.
Asafe faz comparações terríveis. O problema das comparações é que você não tem a visão do todo de uma situação. Outro problema é que comparamos defeitos e coisas ruins suas com qualidades e coisas boas dos outros. Certamente haverá crise.
1.A prisão de Afase: comparações com os olhos da inveja
O invejoso não quer um carro igual ao seu. Ele quer o seu carro. O invejoso não quer um cargo igual ao seu. Ele quer o seu cargo. A inveja quase o derruba. Asafe quase cai porque:
a.Porque vê a prosperidade do ímpio sem considerar o caráter espiritual de quem as conquistou (v.2-9)
A crise de Afase se dá porque ele não está considerando o caráter destas pessoas, mas o que elas possui. Seus olhos se deleitaram nos bens materiais do ímpio. Entretanto, a pergunta para reflexão é: Quem são estas pessoas aos olhos de Deus? Ele mesmo as descreve como arrogantes e perversos. Isaías 11:3 dirá: “Deleitar-se-á no temor do Senhor; não julgará segundo a vista dos seus olhos, nem repreenderá segundo o ouvir dos seus ouvidos.”. A bem da verdade é que toda vez que você fizer comparações com as pessoas sem considerar como Deus as vê, se porá em lugares escorregadios. Deus não está considerando o valor de alguém por suas posses, mas por seu caráter. Elas podem ser vistas como prósperas, mas como Deus as vê? Deus os vê como soberbos e violentos (v.6), maliciosos (v.8) e desbocados (v.9) e ainda assim são paparicados(v.10). Você se compara e se questiona por todo esforço e por viver certinho. Se você comparar por esse padrão, você se sentirá injustiçado por Deus.
b.Porque contrasta a prosperidade do ímpio com suas próprias dificuldades (v.12; 14)
Asafe compara e diz: “Os ímpios estão com tudo: alcançam o sucesso e a riqueza.” Em contrapartida – “Eu, um vendaval de má sorte, foi isso – um tapa na cara toda vez que eu saía pela porta.” Pago minhas contas direitinho, mas só me prejudico. Asafe invejava a saúde dos ímpios (v.4-5). Asafe invejava a popularidade que a maldade dava a eles(v.10). A bem da verdade é que toda vez que você fizer comparações de suas dificuldades com a prosperidade do ímpio, se colocará em lugares escorregadios.
c.Porque em contraste com a prosperidade do ímpio considera a fidelidade inútil (v.13)
Que crise terrível e perigosíssima de fé. Ele pensa egoisticamente dizendo que perdeu tempo jogando conforme as regras e se pergunta: “O que ganhei com isto?” De que me valeu orar, jejuar, me consagrar, ser fiel dizimista e ir aos cultos? Esse é o ponto chave me minha opinião. Quando fazemos juízo de valor daquilo que é eterno com coisas passageiras. Nos colocamos em lugares escorregadios quando os princípios eternos são comparados com coisas passageiras da vida e duvidamos da fidelidade de Deus conosco. Aqui se revela todo o caráter de Asafe. Ele servia a Deus para se dar bem e não por amor e desejo de um relacionamento íntimo e sincero com Ele.
A transição
A transição na vida de Asafe vai se dar no versículo 17 definido pela palavra até. E o motivo pelo qual Asafe não vai cair está no verso 23 que diz: “Tu me seguras pela minha mão direita.”
2.A libertação de Asafe: comparações com os olhos de Deus
Asafe passa a enxergar a verdade. Ele recebe uma iluminação em sua mente neste processo de crise. Como Asafe vai vencer essa crise? Asafe começa a ver com os olhos da revelação e:
a.Ele rompe com esse egoísmo (v.16)
A iluminação não era mental, mas moral porque ele se vira contra o egoísmo e a auto-compaixão. Ele deixa de se ver como coitadinho. O grande problema de Afase como eu já mencionei era seu EU. Porém, ele olha para a família da fé (v.15) e tem um choque de realidade. “Perae! Tem algo mais sublime que eu não estou considerando aqui. Um valor maior do que esses valores mundanos.”
b.Ele se volta para o próprio Deus (v.17)
Asafe deixa de tratar Deus como objeto e para de especular as ações de Deus para com Ele e então o adora. Se voltar para Deus significa ter clareza de propósito e destino. Ver Deus como Ele realmente é enche o nosso coração de temor e nos revela a brevidade da vida. Há dois textos que enchem o meu coração: “Olhai para mim e sede salvos.”Isaías 45:22 e “Olharam para Ele e foram iluminados; e os seus rostos não ficaram confunidos.” Salmo 34:5.
c.Ele vê todo o pivô de sua crise com os olhos de Deus (v.17)
Quem é o pivô de sua crise? A prosperidade dos ímpios. Como é ver com os olhos de Deus? Ele vê o fim deles. Estes homens que vivem de momento terão seu futuro desmontado em razão do modo de viver deles. Ou seja, “vocês querem viver na maldade, então o fim é a rejeição pessoal da parte de Deus” (v.18; 20). Ainda vendo com os olhos de Deus, Asafe vê a perspectiva da eternidade (v.24). É pura graça de Deus! Não devemos avaliar o amor de Deus e as benesses de Deus somente em termos materiais. Devemos ser gratos porque Deus tem segurado em nossas mãos todo o tempo.
d.Ele apresenta genuínas evidências de arrependimento (v.21-22)
Ele estava sufocado e triste consumido pela inveja. Veja irmãos que aqui está a sutileza de satanás, o enganador. Ele fez com que Eva enxergasse o Paraíso como algo inferior tentando-a a algo maior do que o próprio Paraíso. Ele cegou Eva e Adão. Você se lembra que inveja tem a ver em desejar o que o outro tem? Eles desejam ser igual a Deus. Como que Adão e Eva ficassem ressentidos com o que Deus lhes oferecera até o momento e foram roubados da gratidão de viverem a eternidade com Ele. É a mesma coisa que acontece conosco quando caímos na armadilha das comparações. Portanto, Asafe se arrepende de sua ingratidão e de suas grotescas comparações em vista do que Deus era para Ele.
e.Ele se volta para a maior de todas as glórias
Deus é minha segurança – v.23
Deus é meu guia – v.24
Deus é minha glória – v.24
Tendo a Ti, nada mais desejo na terra – v.25 – Equivale a “Viver para mim é Cristo”
Conclusão – A verdadeira comparação é – v.27-28
Rodrigo Rodrigues Lima
Pastor
Boletim Semanal 08/06/2016
Crise - No vale de ossos secos - Ezequiel 37:1-14
Graça e paz irmãos e irmãs em Cristo. A partir de hoje estamos iniciando uma série de mensagens sobre princípios espirituais para tempos de crise. Entretanto, não entendo apenas de falarmos sobre crise financeira, mas ampliarmos o assunto. Deus está nos preparando para uma grande colheita. Precisamos de uma igreja fortalecida e preparada para receber as vidas que Deus enviará.
O texto que lemos faz parte dos oráculos finais de Deus (capítulos 33 a 48) correspondentes aos primeiros 16 dos 70 anos em que o povo de Judá se encontraria em cativeiro babilônico.
O cativeiro babilônico era um tempo de crise com um propósito, o propósito de levar Judá a reconhecer a Deus e Dele depender. Deus tem nos chamado nos últimos domingos à dependência e à fé. Acredito firmemente que a crise é uma grande ação de Deus para promover um grande avivamento em nossas vidas. Todos os avivamentos na história foram precedidos por períodos de crise em diversos aspectos, tanto na sociedade quanto na igreja. Deus quer mover-se sobre a igreja, num povo santo e dependente, cheio do Espírito Santo, mas antes, muitos são levados ao vale de ossos secos. Tenho certeza que há pessoas aqui se veem como esses ossos, secos na fé, secos na sua vida devocional, secos no seu ministério, secos e sem esperança diante do cemitério em que se encontra o lar, o trabalho e os sonhos. Deus quer nos fazer sair da sepultura e tirar de lá tudo o que as inquietações e falta de foco em Cristo tem enterrado.
1.Deus nos chama à solitude com Ele (v.1)
Deus veio sobre o profeta e o levou em Espírito ao meio do vale. Este foi o mover do Espírito para revelar ao profeta a situação e solução daquela nação. O primeiro passo para discernir a crise é ser movido pelo Espírito de Deus e para isso se faz necessário tempo com Deus. Não existe mover espiritual sem tempo com Deus. Habacuque, diante da eminente crise, se pôs na torre de vigia (Habacuque 2:1). Muitos se queixam em suas casas diante da crise, mas não se põe na torre de vigia. Quando Jesus morre, seus discípulos se dispersam e sete deles resolvem pescar voltando a jogar a rede do errado(João 21:6). Há alguns aqui que estão indo em direção ao cemitério para suas sepulturas e há outros que Deus quer tirar da sepultura. Na crise é tempo de falar (orar) e ouvir (meditar/silêncio). Meu testemunho 21/08/2014.
2.Deus nos chama a encarar a crise como ela realmente é (v.2)
“Ossos sequíssimos”. Amados irmãos e irmãs não podemos fechar os olhos. Devemos ver a situação como ela realmente é e como Deus a vê. A derrocada de Judá foi não encarar a realidade como realmente ela é. Jeremias, contemporâneo mais velho que Ezequiel teve de enfrentar um falso profeta chamado Hananias. O povo já em cativeiro, Hananias profetizava: “Quebrei o jugo do rei da Babilônia. Dentro de dois anos, eu tornarei a trazer a este lugar todos os utensílios da Casa do Senhor, que daqui tomou Nabucodonosor, rei da Babilônia, levando-os para a Babilônia.” (Jeremias 28:2-3), entretanto, Jeremias, encarando a realidade com os olhos de Deus disse a Hananias: “O Senhor não te enviou, mas tu fizeste que este povo confiasse em mentiras. Pelo que assim diz o Senhor: Eis que te lançarei de sobre a face da terra; morrerás este ano, porque pregaste rebeldia contra o Senhor” (Jeremias 28:15-16). Onde é a tua crise? Vendo o problema sabemos como resolvê-lo, pois, a realidade vai pedir soluções. Lá em Juízes 6, quando os midianitas oprimiam os israelitas sob a permissão de Deus por terem feito o que era mau perante o Senhor, Gideão se lamentava questionando a Deus o porquê daquele mal (Juízes 6:13). Quando Gideão passa a encarar a crise como ela realmente era e percebe que o povo tinha trocado Deus por Baal, ele destrói o altar de Baal (Juízes 6:25; 27) e o Espírito de Deus revestiu Gideão (Juízes 6:34) e com 300 homens (Juízes 7), ele vence aquela situação. Precisamos nos aproximar de Deus e ver a nossa crise com os olhos de Deus. Tem pessoas na sepultura por falta de perdão, por falta de fé, por causa do pecado, por causa da falta de posicionamento, por não ter priorizado o Senhor. Encare sua situação, reconheça o que tem lhe secado os ossos porque hoje Deus quer lhe dar vida!
3.Deus espera que sejamos dependentes Dele (v.3-7)
I.Só se deve agir pela dependência de Deus. (v.3) A crise leva muitas pessoas à impulsividade. Deus pergunta ao profeta, e aqui Ele é chamado filho do homem, isto é, o Criador pergunta ao ser humano. A resposta é sábia: “Senhor Deus, tu o sabes.” Vemos um diálogo entre Deus e o profeta. O diálogo entre Deus e o homem se chama oração. Só posso falar o que Deus falar.
II.Só se deve falar o que Deus disser. (v.4-6) Em tempos de aflição a Palavra de Deus deve ser a âncora meus irmãos. Só se tem esperança estando fundamentado na Palavra e se posicionando na Palavra. A crise, quando não fruto de pecado e rebeldia, é oportunidade para fortalecimento da nossa fé e convicção na Palavra de Deus. Jesus provado no deserto venceu-a pela Palavra. Preste atenção: Só posso fazer o que Deus mandar eu fazer. Pergunto: Você tem uma Palavra de Deus para o que está fazendo hoje no meio da crise? Pergunto: Será que a crise não é fruto talvez por não ter dado ouvidos aos mandamentos da Palavra de Deus? Não comece nada que Deus não mandou você começar. Seja Jeremias, seja Ezequiel, mas não seja Hananias.
III.Nunca diga nada diferente do que Deus disse (v.7) Deus é perfeito e não erra nunca. Não duvide da direção de Deus. Não seja rebelde! É melhor estar no barco em meio à tempestade do que em alto mar em direção à Társis como Jonas.
4.Deus nos mostra que sua Palavra é poderosa e faz barulho (v.7-8)
Ah amada igreja! Não entendemos o agir de Deus e o barulho que se faz, mas devemos perseverar na Palavra do Senhor. Barulho = situações que não entendemos. “Ouve-se a voz do Senhor sobre as águas...” (Salmo 29:3-11). Paulo e Silas estavam na prisão e Deus bradou naquele lugar! Houve um terremoto e gerou salvação. Vá até o final sobre a poderosa Palavra do Senhor. Deus quer juntar os ossos. Ele levanta o caído! Ele dá vida! Ele refaz seu ministério, seu coração ferido, seu lar, sua esperança! Ele é o Senhor!
5.Deus tem um propósito de revitalizar você (v.8b)
“Mas não havia neles o espírito”. Aqui se trata e vitalidade. É um grande problema quando se perde o vigor, a vitalidade, a esperança. Uma criança é cheia de espírito, isto é, é cheia de vida. Uma pessoa espirituosa é uma pessoa cheia de vida. Judá havia perdido sua vitalidade com o cativeiro. O cativeiro, a crise rouba o vigor. Mas, quero que saiba que até na crise há um propósito. Perceba que Deus só vê um grande exército quando há espírito nele. Deus viu aquele cemitério de ossos secos como um exército numeroso.
Amada igreja, Deus quer revitalizar a nossa alma, a nossa fé, a nossa esperança, a nossa alegria em meio à crise. Deus quer que sejamos cheios da Sua Vida! Este dia é dia de restauração!
Rodrigo Rodrigues Lima
Pastor
quinta-feira, 2 de junho de 2016
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Boletim Semanal 25/05/2016
Palavras de Jesus à igreja sofredora! Apocalipse 2:8-11
Palavras de Jesus à igreja sofredora!
Apocalipse 2:8-11
Preliminarmente, vale destacar como os primeiros cristãos consideravam o sofrimento. Pedro escreveu a um grupo de irmãos que estavam sofrendo nos seguintes termos: "Foi para esse tipo de vida que vocês foram convidados, o mesmo que Cristo viveu. Ele sofreu e aceitou toda espécie de sofrimento para que vocês soubessem que esta vida era possível e aprendessem a vivê-la, passo a passo. Ele nunca fez nada de errado, nem disse qualquer coisa incorreta. Ele foi xingado com tudo que é nome, mas não reagiu. Sofreu em silêncio, contente em deixar Deus acertar as coisas." I Pedro 2:21-24 (versão A Mensagem)
Pedro e os demais apóstolos, após serem açoitados por causa do nome de Jesus se alegraram ao se sentirem honrados por sofrer afrontas neste mesmo nome. (Atos 5:40-41)
Os apóstolos, com exceção de João que morreu de morte natural, todos foram martirizados. Pedro e Bartolomeu morreram crucificado de cabeça para baixo. André foi morto numa cruz em forma de "X". Mateus foi golpeado a espada na Etiópia. Tomé foi atingido por uma lança. Simão, o zelote, foi serrado ao meio. Matias e Paulo foram decapitados. Filipe morreu por enforcamento.
O que Jesus tem a dizer? Veremos na carta à igreja de Esmirna:
1.Jesus se apresenta e se identifica com a igreja sofredora (v.8)
Esmirna era uma cidade auto-suficiente e o culto e o comércio em torno dos deuses pagãos eram a fonte de renda daquela cidade portuária. Ali também havia um templo construído ao imperador Tiberio para a prática do culto ao imperador romano que eles declarados deuses e chamados de "Senhor". Entretanto, com o avanço da fé cristã, a economia foi afetada porque cristãos não compram imagens e tampouco cultuam ao imperador. Assim, irrompe-se grande tribulação (pressão e perseguição) aos cristãos que sofrem ameaças e muitos são mortos. Por que Jesus se apresenta como "o primeiro e o último, que esteve morto e tornou a viver"?
a)Porque no sofrimento o cristão tem a dificuldade de reconhecer ao seu Senhor perdendo o foco. A crise de modo geral abala o que se crê. Assim foi com o profeta Habacuque(Habacuque 1:2-4). Assim foi com Jó (Jó 7:17-21). Jesus se apresenta a uma igreja que se sente só no meio da dor.
b)Porque como o "primeiro e o último", a primeira razão, diferentemente dos deuses pagãos, ele não precisa de ninguém para sustentá-lo e mantê-lo vivo no coração das pessoas. A segunda razão está no fato de que ser o primeiro e o último revela que Ele é eterno. Ele é o começo é o fim.
c)Porque como aquele que esteve morto e tornou a viver, ao observarmos essa pequena carta, onde a palavra morte aparece mais duas vezes, para a igreja sofredora a morte é uma realidade muito presente. Porém, Jesus lhes anima dizendo: Eu morri, mas tornei a viver! Eu sou o Eterno! Eu vivo para sempre! Não tenham medo da morte.
Pergunto: Como Jesus se apresenta neste momento de sua vida? Como Ele se identifica com você hoje?
2.Jesus conhece a sua igreja sofredora (v.9)
Jesus descreve as situações e condição na qual vive aquela igreja sofredora. Ela a conhece. Ele diz:
a)Conheço a tua tribulação – com toda probabilidade, a maior pressão vinha de autoridades governamentais, ainda mais que a cidade servia como centro de adoração ao imperador. A palavra tribulação aqui significa “pressão que vem de fora”. Eles eram pressionados.
b)Conheço a tua pobreza – A fé afetava a questão do emprego. Ser cristão significava perder vagas. Cristãos perderam heranças familiares por sua lealdade a Jesus. Irmãos da igreja primitiva eram encorajados pelos apóstolos em meio à sua pobreza (Tiago 2:5).
c)Conheço as blasfêmias – Vejamos algumas delas:
I.Canibais. Porque na ceia partilhavam o corpo e o sangue de Jesus; II.Imorais. Acusados de praticarem orgias sexuais porque chamavam sua refeição em conjunto de “festa do amor”; III.Contrários à família. Porque ao crerem em Jesus, muitos eram expulsos de casa; IV.Ateus. Por adorar a Deus sem imagens; V.Desleais ao império. Porque só tinham a um Senhor e este não se chamava César, o Imperador. Seu nome era Jesus Cristo, O Senhor; VI.Incendiários. Por ensinarem que o mundo acabará em fogo.
Jesus conhece bem a necessidade da sua igreja e se identifica com ela. Jesus sofreu pressões. Jesus foi pobre. Jesus foi blasfemado. Este é o conforto para a igreja sofredora! Jesus disse que por causa do seu nome seremos odiados (Mateus 10:22). Mas há muitas promessas e dentre elas ele diz: “Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos”. (Mateus 28:20). Hoje também ele nos diz: “Eu conheço você! Eu conheço você! Eu conheço você!”
3.Jesus tem três imperativos para a igreja sofredora (v.10)
a)Não temas – Jesus não diz que os poupará do sofrimento, mas os encoraja dizendo: “Não temas”. Quando a filha de Jairo esteve morta, Jesus lhe disse: “Não temas” (Marcos 5:36). Quando Paulo esteve em Corinto pregando a Palavra, Jesus lhe veio a noite numa visão e lhe disse: “Não temas”.
b)Sejam fiéis – O acusador (diabo) os lançaria na prisão 10 dias. Eles seriam postos à prova. Uma vez postos à prova seria revelado a sua fidelidade. Veja comigo Hebreus 11:35-38. Postos à prova se revelaram “homens dos quais o mundo não era digno”. A fidelidade dos fiéis será recompensada e todos nós veremos naquele grande dia.(Apocalipse 7:9-17)
c)Ouçam com atenção – “Quem tem ouvidos, ouça”. O que a igreja sofredora tem ouvido hoje? Na verdade, me pergunto o que nós, a igreja livre com toda a liberdade que desfruta tem ouvido hoje? Não será hora de pararmos nossa frenética vida e agenda para ouvirmos o que o Espírito tem dito à igreja?
Rodrigo Rodrigues Lima
Pastor
Assinar:
Postagens (Atom)



